Diagnóstico Participativo sobre a Igualdade de Género, Direitos Humanos e Situação da Mulher Rural em STP e Plano de Empoderamento da Mulher Rural

No âmbito do projeto Nutrir, foi elaborado um Diagnóstico Participativo sobre a Igualdade de Género, Direitos Humanos e Situação da Mulher Rural em São Tomé e Príncipe do qual resultou ainda um Plano de Empoderamento da Mulher Rural. Este estudo abrangeu 14 comunidades nas quais a Associação de Mulheres Agricultoras Unidades de São Tomé e Príncipe (AMAGRU STP) tem representação, distribuídas por 3 Distritos, Mé-Zóchi, Lobata e Cantagalo, e teve como objetivos principais: perceber os desafios enfrentados pelas mulheres rurais de STP, mapear práticas e políticas locais e propor intervenções estratégias para o empoderamento socioeconómico feminino.
Os resultados deste Diagnóstico Participativo recaem sobre as seguintes questões:
🌱 Condições Socioeconómicas das Mulheres Rurais/ Agricultoras
🌱 Participação e Inclusão no Mercado
🌱 Direitos e Segurança Social
🌱 Impacto das Mudanças Climáticas e resiliência
🌱 O papel das organizações.
 
A análise reflete as contribuições das mulheres ruais e de outros stakeholders envolvidosdestacando os desafios e oportunidades para o empoderamento feminino na agricultura. Neste sentido, resulta deste estudo, um Plano de Empoderamento da Mulher Rural (PEM), uma ferramenta estratégica na qual estão detalhadas ações específicas, objetivos e indicadores de sucesso para transformar as condições e vida e de trabalho das mulheres nas comunidades abrangidas, dentro das seguintes quatro áreas prioritárias de atuação:
O sucesso na implementação do PEM dependerá de um sistema eficaz de monitorização e avaliação que acompanhe a implementação das ações e do seu impacto, bem como da garantia da sua sustentabilidade, através do envolvimento dos/as beneficiários/as, no fortalecimento de parcerias e na busca continua de financiamento.
O Projeto Nutrir é financiado pelo Camões, I.P. e pelo Fundo FEF-OSC / Alliance Française da Embaixada da França no Gabão e em São Tomé e Príncipe, contando com a parceria da AMAGRU STP, do INPG, do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pesca e das Câmaras Distritais de Mé-Zóchi, Lobata e Cantagalo